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Juventude - Protagonismo juvenil

Adolescentes e jovens do Brasil: participação social e política

A publicação Adolescentes e jovens do Brasil: participação social e política (2007) – uma parceira entre o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), a Fundação Itaú Social e o Instituto Ayrton Senna – reúne os resultados de uma pesquisa realizada pelo Ibope Opinião com 3.010 brasileiros de 15 a 19 anos e 210 indígenas da mesma faixa etária.

Para os entrevistados, entre as maiores vergonhas nacionais – citados de forma espontânea, ou seja, sem a sugestão de alternativas – está a segurança pública (20% entre os entrevistados em geral e 15% entre os indígenas), os políticos e a política (20% e 11%), a corrupção dos políticos (9% e 6%), a corrupção (8% e 3%), o desemprego (7% e 5%) e a pobreza, a fome e a miséria (6% e 9%).

Já entre os motivos de orgulho, foram citadas as riquezas e belezas naturais (15% entre os entrevistados em geral e 9% entre os indígenas), o futebol (10% e 10%), a educação, o ensino e os professores (6% e 9%) e o povo, cidadão brasileiro (5% e 20%), entre outros. Nessa questão, uma grande porcentagem respondeu que não sabe ou preferiu não opinar (29% e 27%).

Quando questionados sobre o que podem fazer para melhorar aquilo que os envergonham no País, 14% responderam estudar melhor os candidatos antes de votar. Quatro por cento disseram criar mais empregos, 4% aconselhar as pessoas a não praticar a violência, 3% colocar mais policiais nas ruas, 3%acabar com corruptos e 3% fazer protesto contra corruptos, entre outros.

Sobre o que pode ocorrer com os jovens que se envolvem em política, 52% responderam que eles podem mudar a política para melhor. Já outros 44% opinaram que a política é que pode mudar o jovem para pior.

Dentre os entrevistados, 67% disseram não se sentirem discriminados. Para os 33% restantes, o principal motivo citado para a discriminação é a pobreza (20%), seguida da pouca escolaridade (15%), desemprego (14%), o fato de ser adolescente/jovem (10%), ser negro/afrodescendente (9%), morar numa comunidade pobre (9%) e não usar roupas da moda (7%).

 

Para ler a pesquisa na íntegra, clique aqui.

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Fundo Municipal


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Trabalho infantil: caminhos para
reconhecer, agir e proteger
crianças e adolescentes

Elaborado pela Prattein e publicado pela Fundação Telefónica
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